Uma recente pesquisa revelou que 31% das empresas já estão migrando para uma nova etapa no uso da Inteligência Artificial, marcando o início de uma transformação mais profunda e estratégica nas operações corporativas.
A era da IA generativa, popularizada por ferramentas como o ChatGPT, abriu caminho para a chegada dos chamados agentes inteligentes. Tais sistemas são capazes de agir de forma autônoma, aprender com o contexto e executar tarefas complexas sem depender de comandos diretos.
Esse avanço indica que o uso da Inteligência Artificial deixou de ser apenas uma tendência e passou a se consolidar como parte essencial da rotina empresarial. O levantamento, conduzido pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) em parceria com a Cortex, mostra como as empresas brasileiras estão adotando e testando essas tecnologias emergentes para ganhar eficiência, precisão e agilidade nos processos.
Ou seja, com base nos dados obtidos, é possível observar uma mudança significativa na mentalidade corporativa. Nesse sentido, a IA não é mais vista como algo futurista, mas como um recurso real e indispensável para quem quer competir em um mercado cada vez mais digital e orientado por dados.
Logo, neste artigo, exploraremos essa pesquisa e também apresentaremos outros aspectos que ela indicou. Além disso, iremos pensar o que é possível concluir a partir dela, bem como refletir se estudos futuros podem apresentar dados diferentes. Finalmente, falaremos sobre a importância do levantamento.
A pesquisa que diz que 31% das empresas já estão indo para nova fase da Inteligência Artificial
Depois que o ChatGPT levou a IA para o dia a dia das empresas, a segunda onda dessa revolução tecnológica começou a se consolidar. Essa nova fase é marcada pelo surgimento dos agentes inteligentes, sistemas capazes de executar tarefas de forma autônoma, interpretar contextos, tomar decisões e interagir com usuários e dados corporativos de maneira cada vez mais humana.
Segundo a pesquisa da Aberje em parceria com a Cortex, 31% das organizações já utilizam ou estão testando a chamada Inteligência Artificial agêntica. Isso demonstra que o conceito deixou de ser experimental e está se tornando parte das estratégias empresariais.
O avanço da IA agêntica no ambiente corporativo
Os agentes inteligentes representam uma evolução natural da Inteligência Artificial generativa. Enquanto ferramentas como o ChatGPT se destacam pela capacidade de gerar textos e responder perguntas, os agentes inteligentes vão além: eles são capazes de agir com autonomia, integrando-se a sistemas corporativos, executando tarefas administrativas e até gerindo fluxos de trabalho complexos.
Isso faz com que o impacto da tecnologia extrapole a comunicação, alcançando áreas como atendimento ao cliente, análise de dados, marketing e gestão de processos. Empresas que já estão nessa nova fase da IA buscam aumentar a eficiência operacional e reduzir custos, ao mesmo tempo em que garantem mais agilidade na tomada de decisões.
Sendo assim, a automação inteligente está permitindo que equipes se concentrem em tarefas estratégicas. Enquanto isso, as máquinas cuidam das rotinas repetitivas e dos processos analíticos que demandam tempo.
Outros dados dessa pesquisa
O levantamento da Aberje e da Cortex ouviu 117 companhias de diferentes setores. Isso oferece uma amostra significativa do estágio atual de adoção da Inteligência Artificial no país. Os resultados revelam que oito em cada dez empresas já utilizam IA em tarefas rotineiras de comunicação. Tal aspecto inclui análises e geração de insights (80%), produção de artigos e conteúdos (67%) e criação de notícias para canais digitais (64%).
Inteligência Artificial além da automação: o poder dos agentes autônomos
O uso dos agentes autônomos, dotados de memória, autonomia e capacidade de aprendizado, vai muito além da simples automação de processos. Eles conseguem aprender com experiências passadas e melhorar o desempenho com base em dados coletados ao longo do tempo.
Isso significa que as empresas passam a contar com sistemas que se aperfeiçoam continuamente, oferecendo resultados cada vez mais precisos. Entre as companhias que ainda não utilizam a tecnologia, 38% planejam implementar soluções de IA agêntica nos próximos dois anos, o que indica uma forte tendência de expansão.
Já entre as empresas que já adotaram ou testam esses agentes, 59% os utilizam para criar posts e responder comentários nas redes sociais. Enquanto isso, metade recorre à Inteligência Artificial para automatizar clippings e relatórios de reputação, tarefas fundamentais para o setor de comunicação corporativa.
Benefícios percebidos pelas empresas
Entre os resultados relatados pelas empresas que adotaram a IA agêntica, 50% apontam ganhos diretos de eficiência, 24% destacam melhorias na tomada de decisão e 15% relatam geração de insights mais rápidos e precisos. Esses números mostram que o impacto da tecnologia é concreto e mensurável, indo além do discurso de inovação.
A integração da Inteligência Artificial também melhora a qualidade das análises e acelera a produção de informações estratégicas. Isso se reflete em decisões mais assertivas e competitividade ampliada.
Barreiras e desafios para adoção da IA
Apesar dos avanços, a pesquisa também destaca obstáculos importantes para a expansão da Inteligência Artificial nas empresas. As principais barreiras são a falta de maturidade da liderança e da cultura organizacional (29%), a dificuldade de integração com sistemas existentes (24%) e as limitações orçamentárias (21%).
Outro dado relevante mostra que 73% das equipes ainda estão em fase de adaptação para trabalhar com IA, e apenas 9% se consideram totalmente preparadas para lidar com a nova realidade digital. Isso reforça a importância da capacitação contínua e do desenvolvimento de novas competências digitais dentro das corporações.
O que é possível concluir a partir dessa pesquisa?
A principal conclusão dessa pesquisa é que a Inteligência Artificial está passando de uma fase exploratória para uma etapa de maturidade e integração estratégica. Ou seja, as empresas estão entendendo que não basta apenas utilizar ferramentas de IA: é necessário incorporá-las à estrutura organizacional, criando fluxos de trabalho mais inteligentes, conectados e automatizados.
A crescente adoção dos agentes inteligentes indica que o mercado está evoluindo em direção a uma Inteligência Artificial colaborativa, que trabalha lado a lado com os profissionais humanos, ampliando suas capacidades e otimizando processos. Desse modo, a tecnologia está deixando de ser vista como substituta e passando a ser compreendida como parceira da produtividade.
Juntamente com isso, o estudo evidencia que as empresas mais bem-sucedidas na implementação da IA são aquelas que possuem líderes engajados, visão de longo prazo e investimento em treinamento. Logo, a transformação digital só é eficaz quando acompanhada de uma mudança cultural, que incentive a inovação e o aprendizado contínuo.

Estudos futuros podem apresentar dados diferentes dessa pesquisa?
Sim, é provável que futuros levantamentos revelem um crescimento ainda mais acelerado no uso da Inteligência Artificial. Em outras palavras, o ritmo das inovações tecnológicas e a popularização das ferramentas de Inteligência Artificial sugerem que, nos próximos anos, o percentual de empresas que utilizam ou testam a IA agêntica será muito superior aos 31% registrados nesta pesquisa.
A tendência de expansão e amadurecimento
Com a rápida evolução dos modelos de linguagem e das plataformas corporativas baseadas em Inteligência Artificial, é natural que novas pesquisas indiquem um aumento expressivo na automação inteligente, bem como o surgimento de novas aplicações práticas.
Ou seja, a popularização de assistentes autônomos, copilotos corporativos e soluções de IA personalizadas tende a ser responsável por acelerar a transformação digital nas empresas de todos os portes. Além disso, a queda nos custos de adoção e a democratização de ferramentas mais acessíveis farão com que pequenas e médias empresas também entrem nessa nova fase da Inteligência Artificial.
A importância dessa pesquisa
Essa pesquisa é fundamental porque fornece um panorama preciso sobre o estágio atual de adoção da IA no ambiente corporativo brasileiro. Mais do que números, o estudo revela tendências, desafios e oportunidades que ajudarão empresas e profissionais a se prepararem para o futuro do trabalho digital.
Um guia para a transformação digital
Ao identificar as áreas que já estão se beneficiando da Inteligência Artificial e aquelas que ainda enfrentam barreiras, a pesquisa oferece insights estratégicos para quem busca implementar essas tecnologias com mais eficiência. Ela também reforça a necessidade de planejamento, capacitação e integração sistêmica, pilares essenciais para que a IA se torne realmente transformadora.
Conexão entre tecnologia e cultura corporativa
Outro aspecto importante é que a pesquisa mostra como a adoção da Inteligência Artificial está diretamente ligada à maturidade da liderança e da cultura organizacional. Empresas que promovem inovação, aprendizado e flexibilidade tendem a avançar mais rapidamente nesse processo. Já aquelas que resistem à mudança podem enfrentar dificuldades para se adaptar à nova realidade digital.
Resumindo, o estudo da Aberje e da Cortex é uma referência valiosa para entender o papel crescente da IA nas empresas e o impacto que ela terá sobre a produtividade, a comunicação e a tomada de decisões.
A pesquisa que aponta que 31% das empresas já estão entrando em uma nova fase da Inteligência Artificial é um sinal claro de que a revolução tecnológica chegou a um ponto de inflexão. Sendo assim, as organizações que abraçarem essa transformação de forma estratégica estarão mais preparadas para competir e inovar em um mercado cada vez mais orientado por dados e automação inteligente.
Quer entender como aplicar os resultados dessa pesquisa no seu negócio e entrar na nova fase da IA? Explore agora mesmo as oportunidades que a tecnologia oferece e transforme sua empresa com base em dados da pesquisa!
*com uso de Inteligência Artificial

